Dermatite atópica fotos e causas  escrito em quinta 10 junho 2010 14:41

Dermatite atópica fotos e causas

DERMATITE ATÓPICA

Dermatite Atópica é um transtorno crônico e recorrente da pele que se caracteriza por lesões com vermelhidão, prurido intenso, e freqüentemente ressecamento em diferentes partes do corpo, que se apresenta em episódios agudos, por tempos e intensidade variáveis e, geralmente, também com períodos sadios de duração variável.

Além disso, a Dermatite Atópica se caracteriza por manifestar uma reatividade muito alta da pele a estímulos físicos e irritantes diretos, e uma maior suscetibilidade a certo tipo de infecções cutâneas, como por exemplo, aos fungos ou ao estafilococo. As pessoas com Dermatite Atópica são, em resumo, portadoras de pele muito delicada ou sensível.

Tem-se podido demonstrar uma tendência genética hereditária nesta doença, freqüentemente ligada a outras doenças de forte componente imunológico, tais como Asma Brônquica e Rinite Alérgica. Por isso se aventa a possibilidade de demonstrar a participação de reações alérgicas como a causa da grande maioria dos casos com este transtorno, ainda que tenhamos de esclarecer outros muitos fatores que influenciam a evolução e severidade da Dermatite Atópica.

Antigamente a Dermatite Atópica era conhecida como "Neurodermatitis", sugerindo, como já que se demonstrou, que este tipo de pele teria uma reação anormal a certos estímulos cutâneos devido a alterações nas terminações nervosas sensitivas. Essas terminações nervosas normalmente controlam, por exemplo, a sudorese, a dilatação dos capilares ou a secreção das glândulas sebáceas da pele.

O Estresse e a Dermatite
Atualmente se sabe, que, ainda que o estresse ou as emoções intensas podem exacerbar ou produzir um novo brote de Dermatite Atópica, este não quer dizer que esta seja a causa do transtorno em si. Isto é, o estresse é mais outro dos fatores que influem neste transtorno,assim como também o são: o excesso de suor; de sol; de frio; o roce com roupas ásperas; o contacto direto com sustâncias irritantes como os solventes, sabões, detergentes, combustíveis, e certos metais.

Quanto aos fatores alérgicos, os alimentos são os mais freqüentemente relacionados com a sensibilização cutânea, sejam eles ingeridos ou mantidos contato diretamente na pele. Também muito freqüentes são os sensibilizantes cutâneos diretos de muito diversos tipos: cremes lubrificantes; com antibióticos; alguns sabões e detergentes; materiais plásticos como o látex, nylon, a lycra ou o dacróm, e alguns metais como o níquel e o zinco, utilizados em guarda-roupas.

Dermatite Atópica   A maioria dos casos de Dermatite Atópica se apresenta por brotos agudos de irritação de algumas zonas da pele, e os sítios afetados variam muito, dependendo da idade da pessoa doente. Em lactentes é freqüente as lesões acometerem as nádegas, frente, peito, espalda e superfícies laterais externas de pernas e braços e parte interna dos punhos. Em crianças escolares as lesões tendem a aparecer mais nas pregas da pele do pescoço, braços, e do joelho. Na etapa de adulto, pode seguir com predomínio nas pregas, mas aparecem também em forma de lesões fixas crônicas em diferentes partes do corpo, em o tórax, braços ou pernas e pode afetar também as mãos, sobre todo em mulheres.

   A característica principal e distintiva de qualquer das formas daDermatite Atópica é o prurido, o qual pode ser intenso e em ocasiões difícil de controlar. Algumas vezes estes episódios desaparecem expontaneamente se não forem muito intensos, não precisando de medicamentos ou cremes empecias. Entretanto, na maioria das vezes se necessitam de tais medicazmentos. 

A evolução da Dermatite Atópica, na maioria dos casos, é para a remissão total das recaídas, mas o processo normalmente leva anos, muitos ou poucos, segundo a severidade inicial do transtorno. As recaídas podem durar poucos dias ou manter-se por tempos muito prolongados, dependendo da causa e da severidade e extensão das zonas afetadas em cada caso. Nos casos mais severos, com lesões na maior parte do corpo e que respondem mal aos tratamentos convencionais, a melhora com o passar do tempo pode ser pouca e muito poucas são também as probabilidades de que se cure totalmente com qualquer tipo de tratamento.

Estes casos mais severos de Dermatite Atópica podem ser extremamente sensíveis a uma grande variedade de alérgenos e podem acompanhar-se de outras anormalidades do sistema imunológico, pelo que requerem intervenção de um especialista em imunologia, pois requerem estudos especiais adicionais e tratamentos mais agressivos.

 


DELÍRIOS PARASITÁRIOS
É freqüente a psiquiatria deparar-se com casos cujo diagnóstico, apesar de se enquadrarem nos manuais tradicionais (DSM.IV e CID.10), costumam confundir o clínico menos experiente. O Delírio Parasitário ouDelírio Dermatozóico, é um quadro psiquiátrico no qual o paciente tem a convicção delirante de estar infectado por parasitas. É um transtorno de difícil classificação mas, pode perfeitamente ser considerado uma psicose crônica, mais bem descrita no DSM.IV como Transtorno Delirante, do tipo Somático ou mais pobremente descrito comoTranstorno Delirante Persistente na CID.10.

Ekbom, em 1938, foi quem descreveu adequadamente esse quadro psicopatológico, definindo-o como Delírio Dermatozóico(dematozoenwahn). Depois disso tem-se utilizado diversos termos descritivos e classificatórios, tais como Dermatofobia, Acarofobia, Parasitofobia, etc., mas desde um ponto de vista psicopatológico rigoroso, estes termos não são adequados, já que não existe a fobia como tal, nem as condutas de evitação secundárias.

Delírio Parasitário se diferencia em dois grandes grupos: um, chamado de ectoparasitário, no qual a invasão se circunscreve à pele, e outro, o endoparasitário, quando abarca a orifícios ou órgãos internos, geralmente no tubo digestivo.

No Delírio Parasitário os pacientes têm a crença convicta de estar infectados por parasitas. Diante dessa convicção, normalmente eles consultam primeiro os dermatologistas, os quais deveriam ter maior experiência sobre esse quadro. Na literatura dermatológica estes casos se designam como Parasitofobias ou Delírio Parasitário. Mas, de modo geral, os dermatologistas podem ter alguma dificuldade no entendimento da parte psiquiátrica de seus pacientes.

Como exemplo posso lembrar de 2 casos mais exuberantes, um representando o grupo endoparasitário e outro, o ectoparasitário. O primeiro era um rapaz de 32 anos, sem nenhum antecedente de transtorno emocional ou psiquiátrico. Uma certa noite, voltando para casa do trabalho, de ônibus, com sono, apoiou sua cabeça no banco da frente e pegou no sono. Quando acordou, alguns minutos depois, sentiu-se invadir por germes e micróbios, os quais, estando no banco do ônibus, subiram-lhe pelo nariz e se instalaram nos seios da face (o paciente conhecia a existência dos seios da face por ter tido um antecedente de sinusite há muitos anos).

O quadro delirante mantinha-se há 2 anos e esses germes se multiplicavam ininterruptamente, chegando até escorrer-lhe pelo nariz. O paciente já havia sido internado três vezes por intoxicação exógena, causadas por inseticidas, que usava imprudentemente, na tentativa de livrar-se desses germes.

Esse paciente não tinha mais nenhum sintoma psiquiátrico além desse delírio, mantendo-se preservado em todos os demais aspectos de seu psiquismo. O diagnóstico pelo DSM.IV foi de Transtorno Delirante, tipo Somático ou, pelo CID.10, de Transtorno Delirante tipo Parafrenia.

Outro caso foi de um senhor com 56 anos e que, há 4 anos, apresentava a convicção inabalável de ser infestado por larvas de, mais ou menos 3 cm de comprimento por 1 cm de diâmetro, que circulavam ao longo de seu corpo por baixo de sua pele (no subcutâneo). Tanto quanto no outro exemplo, aqui também não havia mais nenhum sintoma psiquiátrico além do delírio, mantendo-se perfeitamente preservado em todos os demais aspectos de seu psiquismo, como se o delírio fosse uma ilha de insanidade num mar de normalidade.

Incidência
Desconhece-se a incidência e prevalência real do Delírio Parasitário e existem poucos trabalhos publicados sobre o tema. Suspeita-se que existem muito mais pacientes portadores dessa doença não detectados já que, em geral, são vistos por médicos generalistas e, sobretudo, por dermatologistas.

Um grande número de casos não chega ao psiquiatra por causa da recusa do paciente à sugestão de seu dermatologista ou clínico para procurar um tratamento especializado. Portanto, os Delírio Parasitáriose diagnosticam muito raramente, apesar da provável incidência maior.

Quanto à distribuição pelo gênero, incidência do Delírio Parasitário é um pouco maior em mulheres que em homens, e mais freqüente entre os 50 e 55 anos. Aumenta sua prevalência em pessoas de idade mais avançada e, de acordo com observações iniciais do próprio Ekbom,pode resultar também da deterioração das funções cerebrais no envelhecimento. O Delírio Parasitário não se relaciona com fatores socioeconômicos (Lyell,1983). Entre 15% (Trabert, 1999) e o 40% dos casos (Wykoff, 1987; Skott, 1978) trata-se de um delírio com caráter de paranóia, pode gerar problemas no tratamento e manejo do paciente.

Apesar do Delírio Parasitário se possível em qualquer tipo de personalidade (Lyell, 1983), parece ser algo mais freqüentes naquelas personalidades com traços obsessivos e paranóides.

Etiologia 
Não se tem um consenso geral sobre as causas do Delírio Parasitáriomas, academicamente, podemos considerar sua origem das seguintes formas:

A) Primários.
São os casos de Delírio Parasitário que aparecem isolados sem outra patologia psíquica ou orgânica acompanhante. Nesses casos eles se encaixam perfeitamente nas descrições do Transtorno Delirante, do tipo Somático (DSM.IV) ou, como Transtorno Delirante Persistente (CID.10), apesar de nenhuma dessas classificações especificar o tema “parasita”.

O sintoma básico seria uma idéia delirante primária, isto é, uma alteração do pensamento a qual, secundariamente, desenvolveria alucinações visuais e tácteis (Wilson,1946).
B) Relacionados a outros transtornos psíquicos, sobretudo com a esquizofrenia e, menos freqüentemente, com transtornos afetivos (González Seijo et ao, 1993). Neste caso, o elemento primário seria uma alteração da percepção, com alucinações, tácteis e cenestésicas e, mais raramente, visuais, e a idéia delirante de parasitose seria secundária. Seria uma elaboração de um sistema delirante mais o menos estruturado (MacNamara, 1928; Wilsom & Miller, 1946). Na prática é provável que este mecanismo e o anterior possam coexistir.
C) Relacionados com processos orgânicos de afetação geral, como lúpus eritematoso sistêmico (Hernández-Albujar et ao, 1996), linfomas, hipotiroidismo, consumo de tóxicos sobretudo álcool, cocaína ou anfetaminas; também em relação com processos metabólicos o carenciais por má nutrição, sobretudo de vitamina B12 ou ácido fólico, sem afetação cognitiva importante e dentro do que poderia considerar-se psicoses orgânicas.
D) Relacionados com o traumatismo anterioracometendo diretamente o sistema nervoso central por causas diversas, sobretudo processos vasculares e também demências ou tumores de diversa localização especialmente em áreas do sistema límbico, sempre acompanhado de certo grau de comprometimento das funções cognitivas superiores (Flint, 1989 - Maneros et al, 1988 - Morris, 1991 - Berrios, 1985).


Características Clínicas
Trata-se, geralmente de mulheres com história de muitas visitas a profissionais médicos, sobretudo dermatologistas, e que se queixam de sofrer a parasitose de animais, quase sempre descritos como insetos ou germes, os quais podem ser vistos em alguns casos ou apenas sentidos em outros.

O parasita pode ser difícil de localizar e combater, normalmente pequeno, prolífico e resistente. A localização é variável, podendo estar nos pelos, na pele, em diversas partes do corpo ou em orifícios naturais. O inicio pode ser brusco o lento e pode acompanhar-se de coceira. Devido ao eventual prurido, são freqüentes lesões cutâneas, escoriações e até graves ulcerações. Às vezes as manifestações cutâneas podem ocorrer por o uso exagerado de detergentes, inseticidas ou antiparasitários.

A localização do parasita delirado é superficial algumas vezes e em outras pode correr debaixo dela, ou ainda introduzir-se por orifícios naturais (veja nossos 2 exemplos). Sendo a doença crônica, essas queixas costumam existir por vários anos antes do paciente chegar ao psiquiatra.
Uma das principais características do Delírio Parasitário é a idéia dos parasitas atuar de forma completamente isolada, ou seja, faltam todos os demais sintomas psicóticos que poderiam acompanhar um paciente delirante.

Os pacientes, apesar de carecerem de crítica e manter as idéias delirantes imunes à correção pela lógica, podem perceber que suas histórias suscitam espanto nos ouvintes. Diante disso, esses pacientes costumam relatá-las somente aos mais íntimos e aos médicos.

Chamamos de idéias delirantes, as idéias que estão dentro de um limite do possível e não possuem rasgos fantásticos (o que diferencia o Delírio Parasitário da Parafrenia super-fantástico na maioria das vezes). Apesar de absurdas ao ouvinte leigo e médico, elas obedecem um background cultural razoável do paciente. Os relatos sobre os animais parasitas se fazem de maneira concreta e convincente, e não se estranha que enganem as pessoas que os rodeiam. O sistema de raciocínio é construído com lógica, apesar de delirante (premissas falsas).

pacientes são, em geral, extrovertidos e conversadores, mas os detalhes sobre seu delírio são poucos, constantes e variam pouco ou nada com o passar do tempo.Vale a pena conferir.

Tem um fitoterapeuta de Goiânia, que atende em uma Paróquia
em Brasília, uma vez ao mes.
Fone: (61) 9653.2033.

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9 comentário(s)

  • princesinhanikoli Qua 24 Out 2012 17:03
    gostaria de saber tenho um filho com 18 anos e uma menina com 4 aninhos e tem dermatite atópica só tem controle por enquanto desculpe Mas a pomada Elidel é a unica que chega mais perto de quase cura e´cara mas funciona mesmo ta en torno de 116 na promoção da site drogasil foi o lugar mais em conta mas ... também,tomou proteína de soja com leite e assim aumenta a resistência...tompsom ajuda bastante na ultrafarma consegue um genérico deste por uns 9.**reias pod eser usado no corpo peça para seu medico receitar boa sorte

  • TATIANA DE AGUIAR mailto

    Sex 21 Set 2012 04:04

    DERMATITI ATOPICA UMA DOÊNÇA MALDITA QUE NÃO TEM CURA,DE ONDE VEM ESSA DOÊNÇA.A ONDE ACHAMOS A CURA ME FALA .PQ TENHO 2 LINDAS FILHAS CM ESSA DOÊNÇA.

  • princesinhanikoli Sex 22 Jun 2012 15:50
    vai sim

  • princesinhanikoli Sex 22 Jun 2012 15:50
    vai sim

  • damares mailto

    Qua 04 Abr 2012 20:13

    minha prncesinha tem nome dela e ISABELLY estou muito triste mas tenho fe em DEUS que tudo vai da certo!!!!!!!!!!!

  • princesinhanikoli Seg 26 Set 2011 19:41
    oi que bom que tem fe este e nossa unica certeza da vitoria

  • princesinhanikoli Qua 21 Set 2011 15:25
    procure um medico o mais rapido possivel

  • princesinhanikoli Sáb 17 Set 2011 21:29
    sim mas tenha fé que tudo terminara bem

  • princesinhanikoli Dom 26 Dez 2010 18:44
    ju naõ somos medicos, o melhor é consutar um mais rapido possivél beijao


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